Vitória é uma cidade que, para o seu tamanho, tem muitos parques – e o melhor – que dá para levar crianças em todos! Dentro os parques privados, um dos que mais gosto é o Parque Botânico Vale. Lá tem uma serie de atividades que pode ser feitas pelas crianças, diversos ambientes e está sempre (das vezes que fui) limpo.
Quando a Manu era menor ficávamos mais no Parque “Infantil”. É uma área com brinquedos e areia – tudo que criança ama!
 
Tentativa de escalada e muita areia
 
 
Não tenho muitos problemas com Manu se “sujar” de areia, então geralmente, coloco no meu “kit Manu” uma peça a mais de roupara para trocar antes de voltar para casa (caso estejamos de carro) ou simplesmente dou uma “limpada” por cima para sair o excesso de areia e retornamos de bike de boa.
Agora que Manu já está maiorzinha (2 anos) aproveitamos para andar mais pelas outras áreas do Parque. Fizemos o tour antes de ir a área Infantil, pois sabíamos que depois ela não ia querer sair de lá.
Destaco, dos locais que pode ser visitado, o Jardim Sensorial. É uma mistura de cheiros e texturas maravilhosa, não tem como a criança não curtir.
Jardim Sensorial – Lago com Peixes
Cheirinho de Manjericão: Delícia!!!!
 
 
Depois demos uma passada nas salas de educação ambiental e afins. Lá, a pequena escutou novos sons, “passeou” de trem e aproveitou para interagir com o que ali havia.
Ao som do violino
Cadê o cinto??? 
Depois, o parque. Lá foi brincar em todos os brinquedos possíveis…rolar na areia e aproveitar o restinho da manhã.
Será o Expresso 2222???
Haja independência!
Segurando a pequena.
Evoluindo nos brinquedos.
Casinha: sempre o brinquedo preferido.
Partiu house!
No parque tem uma lanchonete, mas como não gosto de confiar, sempre levo biscoito (maisena ou polvilho – vai de acordo com o que tenho em casa), squeezer (lá tem bebedouro para encher com água), uma toalhinha e o kit-higiene (carregamos fralda, lenço umedecido, pomada, fralda de pano – caso necessite de um banho – e às vezes uma muda de roupa).

Lá tem a possibilidade de fazer um passeio e conhecer as instalações industriais da Vale. Como acho que Manu ainda é pequenina para este tipo de passeio (mesmo que de dentro do bus), ainda não arrisquei, mas está na lista de atividades para fazermos!

ATUALIZAÇÃO – PORQUE O PARQUE MUDOU E MANU CRESCEU!
 
O Parque Botânico da Vale mudou, ganhou novas áreas e a pequena também cresceu. E aí, surgiu a necessidade de atualizar. Como não queria apagar o relato acima – que ainda se encaixa – visto que estas áreas ainda estão em bom estado e foram preservadas nas alterações que o Parque Botânico sofreu, optei por deixa-lo ali e acrescentar por aqui o que de novo temos nesta área tão legal de visitar em Vitória.
E o nosso upgrade deste relato começará com a belíssima Fonte dos Desejos. De acordo com a informação do próprio Parque, a fonte dos desejos é uma tradição da Islândia, que vem desde antes da Era Cristã, e carregam um significado de purificação e regeneração. O lugar é uma delícia, e consegue trazer uma paz ímpar (de acordo com o horário da visita). Há também uma deixa para jogar uma moeda e fazer um pedido, mas das vezes que fui ali, ainda não presenciei a cena, e confesso que também não fiz o pedido. Mas em compensação, Manu curtiu cada carpa no lago da fonte, e o sapo de decoração que fica por ali dando o ar da graça.
 
A Ponte da Fonte

 

A Fonte dos Desejos
O sapo maroto
Manu tentando chegar perto do sapo!

Manu e a Fonte dos Desejos no Parque Botânico da Vale
A gente pede uma pose, e a criança faz assim!

Além da Fonte dos Desejos, o Parque agora também conta com um Redário. O local conta redes e balanço em um ambiente pensado para o relaxamento. Algumas orquídeas também podem ser apreciadas no local (lembrando aqui que o Parque conta com um orquidário, aberto para visitação também).

Redário do Parque da Vale
Manu curtindo o Redário

 

Será que ela curtiu este novo espaço?
Algumas das orquídeas do local

 

Além destes espaços, a área próxima ao play ganhou novo paisagismo. Agora, ela está repleta de flores que deixam todo um colorido especial. Ali próximo também foi colocada uma escultura fofa e a #valeconhecer (que também é vista no Museu Vale). O bosque para piqueniques foi devidamente sinalizado, o jardim sensorial também ganhou uma reforma singela e as trilhas pelo Parque tornaram-se constantes – só chegar na recepção do Parque e fazer a inscrição. Aliás, sobre as trilhas, são tranquilas de fazer, monitoradas e já fizemos com a pequena de boa – aí a recomendação é repelente e calçado fechado.
Jardim próximo ao play

 

Olha que escultura mais fofa!

 

#valeconhecer

 

Filha linda fazendo pose no Jardim Sensorial

A programação do Parque também está muito mais diversificada e com diversas atividades para os pequenos e os grandinhos. Apresentação de orquestras, brincadeiras e exposição de orquídeas são constantes. Vale a pena dar uma conferida no site e saber qual o melhor horário para pegar aquela programação top! Destaco aqui também que o cardápio da lanchonete deu uma incrementada, e também agora é possível encontrar ‘foodbikes‘ e barracas no local, com pipoca goumert, suco natural, churros e outras tantas opções, variando de acordo com o dia.

Equipe da Vão Brincar entretendo a criançada

E embora não seja nenhuma novidade no Parque Botânico da Vale, no primeiro relato esquecemos (👀) de falar da Lagoa Jacaré do Papo Amarelo. Ela é uma do complexo de 21 lagoas do Complexo de Tubarão, e está localizada logo na entrada. O seu nome é totalmente sugestivo, e indica a principal atração da mesma: os jacarés de papo amarelo. Em dias de sol é certa a visualização dos mesmos tomando sol, e nem aí para a plateia. Mas os jacarés não são os únicos animais que habitam ali. Uma diversidade de peixes e aves também podem ser observados na lagoa.

Lagoa Jacaré do Papo Amarelo – Parque Botânico Vale

Beleza pouca é bobagem!
Ultimamente o parque está bem mais concorrido, e para estacionar o carro lá dentro é preciso chegar cedo ou contar com a sorte. Para os que não conseguirem a vaga no parque, há espaço na rua de acesso, só atenção as placas de onde é permitido estacionar. E neste caso, faz-se necessário subir uma ladeira de leve, para chegar então na área de maior interesse do local. Manu sobe tranquilamente, mas nem toda criança vai de boa.
Ladeira da entrada – para quem estacionar fora do Parque


Se antes o Parque já era uma super indicação, agora só reforço. Passar parte do dia ali é uma das coisas mais fáceis que tem. 

 
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